No começo da primavera passada, sentia que todo dia era a mesma coisa.
Trabalho e vida estavam bem, sem reclamação. Mas fechava os olhos e a semana virava uma bola cinza só.
Aí decidi: começo do mês, uma coisa nova. Fim do mês, vejo se continua ou deixa ir. Sem compromisso.
Teste, não hábito.
Tudo bem sair de moda se não virar. Doze meses depois? O jeito de viver inteiro mudou.

